15 de dezembro de 2017

Priscilla e Robson

Ah, Pri, minha noiva de sorriso presente e calma constante. Lindeza! Minha noiva de sexta-feira. Faz tempo q não digo, mas AMO as noivas de sexta, por serem mais raras em comparação às de sábados - acabam se tornando preciosas e exclusivas. A noiva q me pagou antes de assinar contrato. Só o sinal? Não. Tudo, á vista, qse um ano antes do casamento, vê se pode, kkkk - logo eu, q não gosto de pgto à vista. Q confiou pq é assim, confia nas pessoas e a amiga indicou tão bem, pronto, decisão tomada. Afinal, pra q sofrer? Comprar problema, se existe solução à venda? Como eu queria ser assim. De boas, totalmente de boas. Daí, conheço o Robson. De boas tanto quanto. Os dois me arrancavam risadas com seu jeito leve. Como seria o mundo, se houvesse mais pessoas leves? Nem imagino. 

Pri preencheu espaço no coração, mesmo sendo quietinha. Cada vez mais a certeza de que a intensidade realmente não tem a ver com a frequência. Tem a ver com as sensações do que vivemos juntos. O afeto se mostrou tão grande. Cada minuto foi especial. Cada reunião teve um astral  lá no topo. Cada áudio trouxe palavras doces e tranquilidade. O big day? Ah, o big day SENSACIONAAAAL! Tão sensacional q acabou e a gente nem viu. Fez doer a alma, qd ainda parecia o começo, mas a noite já tinha virado. Confesso q ainda não me conformo c a hora extra q não tivemos. Mas, daí é outro post, p dizer q o mercado tá louco e até profissional recusando fazer hora extra tem aparecido, eita povo doido. E, acreditem, nem isso abalou esse casal, só sendo mega "de boas" mesmo. 

E o mês? Ah, outubro q tanto amei, volte, outubro. Será q posso fazer um pedido a 2018? Q me encha de Priscillas e Robsons! Q seja um ano doce e leve como este meu casal do coração! Q traga alegria e me divirta muuuuito com minha atividade favorita - Fabricar, "sempre e tanto/ que mesmo em face do maior encanto/ dele se encante mais meu pensamento/ quero vivê-lo em cada vão momento".

Foto: Fernando Trancoso



12 de dezembro de 2017

Sei de mais nada


Tem hora q acho mesmo q estou maluca. No começo de carreira, a melhor opção q eu tinha era atender em domicílio. Nada de escritório, tinha condição p aquilo, não. No dia q montei e pude arcar c as despesas de um, me lembro, como se fosse hoje, a alegria q senti. Eu amei aquele momento! Me senti em plena progressão profissional e, mesmo com custos novos, aquilo foi uma aquisição inexplicável. Um lugar para receber meus noivos, um cantinho preparado e disponibilizado só para eles, sinal de cuidado, dedicação, novas possibilidades, um novo paradigma.

Tempo vai, chega a crise. Vejo um monte de outros profissionais fecharem suas portas. Vendem a ideia da evolução dos tempos e não necessidade de um escritório. Enquanto, na real, qq inteligência mediana sabe q os custos pesaram e a situação nivelou tudo por baixo. Cortar custos é a palavra da vez! Mas pregam outras definições, qse é denegrido aquele q mantém suas salas profissionais. Atendem in loco ou em home office, eita q até nomes bonitos criaram. Não vejo problema nisso. Se preciso for, fecho minhas portas, retrocedo a 2005 e volto a atender em domicílio, q posso chamar diferente! P mim, tem nada de in loco, é Ô, LOUCO!, mas... Enfim, só queria entender é pq não pode ser às claras. Pois, se eu caminhar p isso, saibam q eu vou sofrer, sim, e muito. Vou sentir a dor da perda, vou chorar, vou lamentar o regresso. Será necessidade, não opção. 

Por q será q a vdd tem q ser camuflada? Noivos enganados o tempo todo. Q chato isso! Q luta enjoada. Se estou errada em tudo q eu disse? Pode ser. Sou dona da vdd, não. Tem q ter argumento muito convincente p me provar. Mas, como a sensação é de eterno SEI DE MAIS NADA, melhor calar e sorrir p o monte de baboseira q se vende. Fica a eterna interrogação do TÔ DOIDA? OU A VERDADE PESA TANTO Q PRECISA DE VERSÕES PARALELAS P SUPORTAR?   




  

9 de dezembro de 2017

Juliana e Rafael

Depois de anos e anos escrevendo no bloguito, tem hora que fica cansativa a redundância. Mas, o q fazer qd a sensação é de q se tem os melhores noivos do mundo? Será q todo cerimonial pensa assim? Sei não. Sei q trabalhar com o q se gosta faz toda diferença. Fono de formação, sei bem como era ruim estar naquele mundo, me sentindo um ET. Até pisar num casamento como freela e ver meus olhos brilharem, na certeza de q aquele seria meu mundo até morrer, se Deus quisesse e há de querer.

Estranho o q ocorre com algumas datas. A data da Ju e do Rafael foi assim. Enviei um zilhão de propostas por e-mail. Apresentei algumas pessoalmente. Qd a data estava prestes a fechar, vieram a Ju e o Rafael. Como não trabalho com reserva de data, sem assinatura de contrato, marcamos uma reunião. Eu amei aqueles dois no instante em q os vi. Penso q só pode ser coisa do destino. A data tão rodeada permaneceu livre, aguardando por eles. A moça doce, de voz linda e áudios q amei ouvir, q me fizeram pensar - ah, como eu queria falar como ela, q voz tão limpa, forte, imponente! O Rafael, tão quieto na reunião, q surpreendeu no big day, subindo ao palco e dando um show de apresentação. Aqueles dois precisavam me presentear com seu casamento.

Do casal fácil, as melhores lembranças, meu maior carinho. Minha Ju, q assumiu boa parte dos preparativos com sua dedicação criteriosa e me fez admirar sua capacidade de tomar para si a responsabilidade sobre a organização maluca  e infinita q uma celebração de casamento exige. Ela deu seus passos e brilhou no cuidado. Tornou fácil detalhes q pareciam difíceis. Quando alguma dificuldade aparecia no big day, eu parava um pouquinho e pensava nela, q tornou fácil o difícil. Tudo ficava instantaneamente leve. Sempre fico feliz com a oportunidade de aprender e a Ju me trouxe um belo aprendizado. Eu só tenho a agradecer e guardar no coração. Obrigada por fazerem parte do time dos melhores noivos do mundo! 

Fotos: Sérgio Sambuc





























28 de novembro de 2017

Nina e Léo

Daí, numa rara, senão única vez, cá estou a escrever de quem ainda não se casou. Muita história a ser escrita, ainda  bem. Final de ano é assim. Surge uma necessidade dentro de mim, uma coisa além, q me faz sentir tudo numa intensidade diferente. No fundo, eu gosto desta dose extra de energia. Me move! Se teve um trem q moveu pouco, mais uma vez, eita q se repete e já cansou, foi esse 2017. Pouco restou a comemorar, tirando o clichê da saúde, graças a Deus, realmente o maior troféu, palavra de quem supervaloriza, saindo de um rotavírus (vixi, achei q tava perto do fim, kkkkk!).  

Até q me lembro da Nina e Léo. E penso q não foi tão ruim assim. Conheci um monte de gente especial. Gente q me abraçou, q me acolheu, q riu comigo, q confiou e gostou de graça. Pior, q gostou pagando, q cerimonial é pago, nem é de graça (blargh, eu odeio essa parte) - aff, piadinha porcaria, tá parecendo meus vídeos. Q riu junto, q leu post, q incentivou e tratou como especial, pq o coração era grandão e me coube lá. Gente como a gente e ao mesmo tempo tão diferente, pq é especial demais p parecer c a gente. Gente q me emocionou. Q tinha impressão péssima de cerimonial, com razão e propriedade p tal, mas acreditou q, na multidão, pode ter alguém parecendo caminhar na contramão, o q seria um erro. Porém, talvez, a contramão pode ser mão, se mudar o ângulo e virar pedestre,q vai e vem pela calçada, sem burlar norma, eita, q a vida é bacana e doida e tudo muda num segundo, basta olhar diferente. Na contramão x mão, eles param a vida, um ano antes do dia q tanto esperamos e, não bastasse entrar na vida da gente, trazendo encanto e sorriso, ainda trazem presente (falei q voltaria ao tema) e o mais lindo q chegou junto são as palavras. Palavras escolhidas, escritas c amor, vindas com medalhinha q me puxa o olhar e me arranca um obrigada diário! Obrigada por eles. Por eles q chamo de meus! Meus passos, meu rumo, meu norte, meus noivos. De um tempo q me fez entender, mais q nunca, a importância da escolha e permissão de Fabricar a eventualidade mais linda da existência, na qual tt acredito e gosto de viver, o casamento. 

Pouca oportunidade de ser eficiente, vcs chegaram c td pronto, Nina e Léo. Mt oportunidade de sentir diferente, pq tem afinidade q não se explica, apenas une c força. Se eu me lembrava de vcs c frequência, agora é o tempo todo. Obrigada à corrente de gente q me trouxe essa gente tão diferente! Rara demais, q qse parece mentira. Mais um tiquim e acabo achando q 2017 foi bom. Culpa dessa gente diferente q marca a gente lá no fundão d'alma. Sempre vale a pena. É só mudar o ângulo do olhar!




20 de novembro de 2017

Flávia e Luciano

Flávia me ligou, por insistência da amiga (obg, Cel - Celina - amo, não é à toa). O casamento estava relativamente perto e era meu único sábado livre de outubro. No meu entusiasmo legítimo, sempre q o assunto é trabalho, fiquei eufórica logo q ela disse a data. Falei q só podia ser sinal q nos unia, tipo destino nos aproximando. Sem achar menor graça no q eu dizia, educada, porém secamente, ela pronunciou qq coisa, tipo um ahã, finalizou o pedido de orçamento e, ainda na insistência da amiga, resolveu marcar uma visita ao nosso escritório.

Ela chegou com o Luciano. Eram mais sérios q a maioria dos meus noivos. Detalhistas, eita, aí falou minha língua, cada dia amo mais os detalhistas e eu precisava me prender a isso p coisa firmar ali, ainda estava tudo meio frio. Não demonstravam muito se estavam gostando da proposta. A reunião se estendia e eu ainda sem saber q fim teria. Lutava, por A+B, ferrenha, fervorosa, dando td de mim p garantir e fazê-los acreditar q, sim, eu tinha competência de abraçar aquele casamento. Sim, eu faria de tudo pela causa deles, como se fosse a minha, sim, eu era (ou tentava ser) de verdade td q a Cel tinha dito. Sei lá, mas foi um tempão nisso. Soube q eles já tinham outro cerimonial em vista, prestes a assinar o contrato. E, não fosse a Cel, eis q eu não teria  a Flavinha com o Luciano p chamar de MEUS. Ah, como amo essas minhas noivas, fazendo de mim o q sou... Resumo desnecessário do desfecho, eis q, ufa, muito suor depois, eles acreditaram e tb só esse início foi mais complexo. O andamento q se deu dali em diante foi uma deliciosa história de afinidade, carinho, certeza, confiança, cumplicidade. A moça meio brava e seca se tornava grande no meu coração e ganhou novos adjetivos - querida, doce, gentil, próxima, especial. O noivo quietinho da reunião era um super noivo, ativo, presente, engajado, meu noivo-nerd favorito. Eita, sintonia inesperada! Eita, reserva boa q a vida me trouxe! 

Tempo vai no seu  decorrer e o sentimento só crescia. Não sabia se era coisa minha, unilateral, mas eu desconfiava q não. Até q ganhei a afirmativa mais linda da vida, q me fez transbordar de alegria. A certeza da escolha assertiva, dita tão claramente, embora as entrelinhas já dissessem.Verbalizar trouxe aquela felicidade plena, do tipo q traz vontade de sair saltitando sem rumo, numa alegria meio infantil, muito genuína e pura... Obrigada por me arrancarem sentimentos tão profundos! Obg pela oportunidade d'eu me apresentar e, em especial, obrigada por acreditarem e permitirem q eu chamasse de NOSSO casamento. Sim, esse casamento foi NOSSO e foi lindo! Amei cada instante.

Fotos: Fernando Trancoso






14 de novembro de 2017

Lorena e Marcos

Quando a gente tem certeza de que nunca vai se esquecer do sorriso do casal. Queridos e especiais!!!! 


Lorena e Marcos from Vinicius Machado on Vimeo.

6 de novembro de 2017

Évelin e Adriano

Eles são lindos e chegaram p ficar, como um presente de vida. No dia q os conheci, eram apenas o noivo bonito, alto e forte, bem no melhor estilo príncipe e a princesa mais incrível do mundo, loira, alta, com um par de olhos alucinantes, unhas extasiantes e um sonho que eu queria muito chamar de meu tb. Naquele momento, a simpatia me chamou atenção, mas a vitrine do casal de comercial ou filme da Disney me levou a uma dimensão que não sei explicar. Bem conto de fadas! Eu queria muito viver aquela magia.

Eles me permitiram e eis q o tempo passou. Ela se fez presente, mais do q imaginei e amei inexplicavelmente. A moça linda era doce e generosa. A noiva tão bonita q se entregava à causa casamento, custasse o q fosse. Assumiu um trabalho intenso, cheio de detalhes, histórias q preenchem um livro de muitas páginas e sonhos q se realizaram, numa construção de qse 2 anos. Sem medir esforços! Minha noiva q acompanhou minhas postagens e aguardou o dia da sua. Aquela q encabeçava grupos nas redes, q abraçava nossa causa junto à dela, se considerasse merecido. A princesa q confiou em mim e, justo por isso, transformou os dias da minha família (aqui, só ela entenderá), trazendo oportunidade de trabalho, aprendizado e muita, MUITA gratidão para td o sempre. Eu amo pela generosidade, pela confiança, por me permitir estar ali. Eu amo pq ela me trouxe dias felizes. Eu amo pq ela se joga completamente. Eu amo pq ganhei de presente p sempre e não tem como não amar.

Ah, e o príncipe! Q chegou adiantado na igreja, com olheiras profundas, já q os dias pré casório foram punk, bem puxados. Mas, ele tb é como ela. Se entrega total! Alimenta sua diva em cada desejo, mima como ninguém, age como um eterno apaixonado, faz nossos olhos brilharem e acreditarem na materialidade do amor dos livros - sim, pode ser de vdd, eu vi! 

Se eu tenho um pedido? Q estejam na minha vida para sempre! Obrigada do fundo do coração. Obrigada com força. Obrigada até morrer.

Fotos: Lucas Nishimoto
Decor perfeita: Rogério Paulino