19 de junho de 2018

Narja e Daniel

Esse post deveria ser publicado no dia 7/06/2018. Dia de 10 anos de casados de Narja e Daniel. É, logo eu, sempre pontual, com um atraso desse, rs. Fato é q a semana anterior tinha sido tão turbulenta com a greve dos caminhoneiros, q faltou energia, mesmo com carinho de sobra existindo há anos e anos.

Narja e eu estudamos fono. A gente era da turma da labuta, ela mais q eu, moça q trabalhava q nem gente grande, desde cedo. Na sala, era uma loucura. Só tinha nosso curso no Izabela, o q unia a galera do sobrenome com a galera do suor. Ao longo do curso, a gente se aproximou. E eu sempre gostei dela além da conta. Admirava sua entrega, sua garra da jornada em três turnos. Acompanhei as olheiras se aprofundando com o passar dos meses, a magreza tomar conta do corpo exausto de tanta dedicação, até o fim do ano e as merecidas férias chegarem. Me encantei com sua doçura e educação. Escolhi entrar naquela galerinha do canto da sala, pq ali tinha o espelho onde de me ver refletida. Sim, isso é formação de caráter. Sim, ela me ajudou a construir meu caráter, meus valores, meus passos. 

Confesso q não me lembro exatamente de como começou o namoro com Daniel. Mas, de repente, eles eram um. Tinham sintonia e fofura. Brilho nos olhos. Encanto. Amor. Ele era fofo, do jeito q ela era tb. Naquele tempo de facu, eu jamais imaginava q as curvas da vida me trariam o presente de organizar o casamento deles. Fato é q trouxeram. Curvas q só fizeram crescer ainda mais o vínculo e o carinho. Nem acredito q já faz 10 anos. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. Eles hoje já não são mais dois, viraram três. Ganharam sua linda princesa! E a história continua. Ainda quero organizar as bodas. Para sempre quero chamá-los de meus! Q a saudade e o orgulho se misturem sempre por serem MEUS! #gratidao  #muuuuitagratidao

Fotos: Júlio César Cardoso



5 de junho de 2018

Pausas da vida

O curso da vida segue e, na nossa cabeça, um desenho se faz. Seja o desenho q se quer ou q se teme, fato é q um projeto existe. Quem dera, pudéssemos escolher o rumo. Postergar ou eliminar de vez todas as dores. Planejar o destino. Escolher como e quando. 

Qd se escolhe casar, abraça-se um sonho. Há uma escolha do q deve ser e, qse sempre, tudo corre bem naquele planejamento. Até o destino pregar suas peças q, nem sempre, são divertidas. Pelo contrário, às vezes dói e dói fundo. Vem o medo, a incerteza. Pode haver lágrimas. Pode ser temporário. Pode ser para sempre. Quem sabe, afinal, o dia de amanhã? Eu odeio ver noiva sofrer. Queria q tudo se resumisse à alegria q é configurar o sonhado big day. Tão bom seria, se houvesse um botão de pausa para os problemas da vida, aqueles inesperados, contra os quais não temos armas de combate. Tão bom seria se pudéssemos nos blindar temporariamente, escolher apenas sorrir e ser feliz, sentimentos q, de verdade, combinam com casamento. Não, a vida real não é assim... 

Lidar com tanta alegria, me faz mal acostumada. Sempre, um monte de gente feliz, um monte de sorrisos, um monte do melhor astral. Muitas vezes, tudo parece tão perfeito e intocável. Até q vem uma noiva, sofre um estrondo e as palavras te faltam para confortar. Queria tanto dizer a coisa certa, na hora certa. Levar conforto ao coração desconsolado. Enviar coragem, qd o medo berra dentro do peito. Força, minha noiva! Tenha fé! Seja bom ou ruim, todo momento vai passar. Q o amor dê significado ao instante. Q venha o dia de amanhã, se Deus quiser, trazendo "dias melhores p sempre", expressão q amo e q é canção. Canção q também pede e eu peço junto: "dias de paz, dias a mais". Estou rezando!



3 de junho de 2018

Luíza e Paulo

Tenho adiado esse post. Mais uma vez, a vontade de prolongar o instante. Sinto q preciso de mais Lu(s) na minha vida. A doçura que me encanta, a serenidade, a gentileza. Ela foi meu primeiro presente para 2018. Chegou láááá em 2016 e cuidou de tudo com uma organização impecável. Trouxe a certeza de belezas sem fim em cada escolha. Senti fascínio em viver aklo tudo e quase enlouqueci com um ponto fora da curva, embora até ele próprio fosse garantia de q belo seria. Por ela, o custo valeria - haja saúde, kkkk.

Minha noiva da fala mansa e das covinhas mais fofas, ornando o sorriso. Minha noiva da pontualidade britânica. Minha noiva da mãe carinhosa e presente, mãe q tanto participou e ajudou em cada escolha. Minha noiva q parecia princesinha ou bonequinha de luxo. Minha noiva sempre polida, elegante e, até na ansiedade, ponderada e comedida, eita q quero ser assim qd crescer! A Lu do seu Paulinho, q tão complementar a ela demonstra ser. Pessoas q me trazem paz. Q conduzem com leveza, mesmo um momento denso e conturbado como os preparativos de um casamento, UM MEGA CASAMENTO. 

Das histórias vividas, são tantas marcas. Adoro qd relembro desejando voltar o tempo. Voltar no dia q a conheci, no dia de cada ok do check list, no dia do ensaio, no dia de cada encontro, no dia D. Páginas de um livro bom! Mais uma história de gratidão. Obg, Lu e Paulinho, obg Márcia (te espero nas bodas, para começarmos td de novo, rs!!!). 

Fotos: Ana Junqueira







21 de maio de 2018

Simone e Daniel

Quando ela chegou, seu jeitinho me encantou. Linda, super estilosa, proposta de um casamento q daria trabalho e seria uma "brincadeirinha" onerosa, porém encantadora. Pode parecer q não, mas casamento em residência sai bem carinho, mais do q os noivos imaginam. Só q era impossível não se apaixonar. Pelo contexto e, especialmente, por ela. E, se eu escolhi ter no coração, q fique claro, É P SEMPRE! Retirar dali, é atitude q não permito. Amo me recordar de cada noiva e sentir carinho. Pensar na pessoa e ter vontade de sorrir. Afinal, se for sem sorriso, melhor não ser.

Interessante alguém q segue um caminho diferente do seu, em alguns quesitos e, ao mesmo tempo, idêntico ao q vc faria, se fosse seu próprio casamento. Lição de q, seja como for, cerimonial não significa certeza de ser ouvido. Por mais q a receita do bolo seja antiga, quem decide se terá mais açúcar, mais fermento, mais farinha, é o chef q cozinha. A tênue linha entre saber quando e quanto devemos insistir num ponto. Aprendi q reforçar as razões é fundamental. A noiva pergunta "por que" e o cerimonial tem, por obrigação, q relacionar o máximo de "porques" possíveis. Assim mesmo: o POR QUE da noiva, separado e sem acento, no início da frase, questionando, levantando a dúvida sobre o fato. Ou, mesmo q esse POR QUE não surja, q haja um cerimonial, por trás, competente o suficiente para explanar seus PORQUES: juntos e sem acento, explicativos, esclarecedores. Se pudesse voltar no tempo, única atitude diferente seria formalizar mais cada porque q estava em minha cabeça. Somente! Repito, uma vez a porta do meu coração aberta e vc entrou? É p sempre!

Era lindo o olhar dela p ele. Olhar de quem se sente encantada. Olhar admirado. A história dos dois, q sensacional! O namoro aos 18 anos de idade, q durou 2 anos e 1/2. A separação. E a retomada, 6 anos depois, hora q a lapidação e certeza da preciosidade do sentimento carregavam o desejo do SIM de um para o outro. O sim de um reencontro maduro, assertivo, escolhido, consentido e "para sempre, até q a morte os separe". Ele, aparentemente tão tímido, se mostrou um noivo cheio de personalidade e divertido. Explicação daquele olhar q ele ganhava a cada instante e q me fez ver amor apaixonado naquela relação. Amo o amor apaixonado. Q ferve, q pulsa, q aquece, q move e dá sentido. Sim, foi grande o aprendizado. Sim, a beleza prevaleceu. Sim, as memórias merecem ser as melhores e mais lindas! Obrigada, Simone e Daniel. Eu os elegi no meu coração e está definido q (repito) será para sempre. 

Fotos: Welton Fotos





























13 de maio de 2018

Aline e Paulo

Do primeiro wpp, do primeiro olá, do primeiro olho no olho, tudo se tornou imediatamente especial. Sei lá porque algumas histórias nos encantam. A tal da empatia. De se colocar no lugar e sentir uma afinidade louca. A moça linda q venceu por mérito próprio. Q sentiu medo de não conseguir, mas não me deixou dúvida, em momento algum, de q conseguiria e seria ainda mais do q planejava. A luta dela se tornou nossa. Ele, cúmplice e companheirão. De risada fácil e entusiasmo na alma. Ajudava em cada escolha e, juntos, escreviam o roteiro de um lindo dia de príncipe e princesa, o q é clichê de dizer, mas raro de se ver genuinamente. 

O carinho cresceu e se multiplicou, diria q se tornou pleno. Eu torcia por cada passo, vivia um pouco daquele sonho. Incentivei o q parecia um passo maior  q a perna. Com o q eu conhecia do mundo, pessoas, noivos e noivas, afirmei, sem medo nenhum, q daria certo. E deu! Mais q deu! Foi memorável. Um dia de olhos brilhando sem fim. Um dia de risadas deliciosamente barulhentas. Um dia q agradeci com força. Um dia q eu e eles precisávamos q fosse assim, com todas as vírgulas, reticências, pingos nos is e exclamações, um mooonte de exclamações!!!!!.

Das pessoas com quem esbarramos, as melhores são aquelas q desejamos q permaneçam ao nosso lado. Eu adoro gente q parece a gente. Gente q fala com verdade e espontaneidade. Gente q confia, apenas pq o coração mandou e a fez sentir q ali tinha um porto seguro. Gente q se entrega. Gente q luta, q grande apreço tenho por quem faz acontecer e não espera acontecer. Amo gente q ama. Amo gente q faz bem pra gente. Amo Aline e Paulo. Agradeço a eles por todo o clima daquele casamento. Foi tão especial, q poucas vezes vi um time de profissionais q só tecia elogios, como ocorreu naquela segundona mais linda e abençoada. Parecia q td mundo tava feliz. E acho q foi isso mesmo, a sintonia de um dia feliz! Q nossos dias sempre nos reservem mais experiências assim!

Fotos: Dois Cliques