30 de março de 2018

Save the Date: Bolacha Doce

Léo e Renato

Eu me lembro, qd era peq, dos adultos, na sala de estar, conversando sobre um moço q gostava de outro moço. Tudo era dito em sussurros, como se fosse um grande segredo, como se aquilo fosse, de fato, um problema enorme. Eu me recordo de não entender muito bem o porquê daquilo ser discutido daquela maneira. Q situação tão grave era aquela q eu não conseguia entender?

Cresci e compreendi q, realmente, minha sensação de zero problema procedia. Nunca consegui entender como alguém beijar outro alguém ou alguém dormir com outro alguém pode interferir na vida de quem não tem nada a ver com a história. Sempre vi como solução! Afinal, estar com quem se ama só traz felicidade. Qt mais gente feliz eu encontrar, mais feliz tb serei!

Anos correm e a vida me presenteia com o Léo e o Renato. Dois amores, q chegaram ano passado, ano de crise c seus dias arrastados, carregados de desânimo, qd tudo q se quer é um instante de alegria súbita. E eles me deram! Não bastasse a história q traziam, ainda me presentearam c o feedback de risadas e afinidade q meus vídeos bobos, mas cheios de "mim mesma", levaram a eles. Sim, eles me aceitaram! Sim, eles me transformaram em alguém um pouco mais entusiasmada, após me permitirem chamá-los de "meus". Sim, eles me aceitaram do jeito q sou e me permitiram entrar como uma página a mais dessa história chamada casamento. E eu os amei, como se ama um presente muito esperado!

Na sala da minha casa, no dia q os conheci, levei a questão à minha Manu. Ela comemorou e torceu junto. Aplaudiu, qd eles me deram seu SIM. Na nossa sala de estar, a gente gritou, bateu palmas e se abraçou pelo grande privilégio. Nada de sussurros, nada de segredos... qd a gente vê alegria, na minha casa é assim: a gente comemora, a gente vibra junto, a gente festeja! Eu tenho certeza de q, naquele dia, meu 2017 passou a fazer mais sentido. Obrigada por transformar meus dias! Eles não seriam tão alegres e promissores qt se tornaram desde então. Q venha maio! EU NÃO VEJO A HORA!!!

25 de março de 2018

Gratidão - Nayara e Daniel

A gratidão é um sentimento q acho bem estranho. Vc sente com força e ela te deixa meio impotente, pq vc quer exaltar, retribuir, expressar e a coisa nunca parece estar à altura do coração. Daí, fica aquela sensação bem grandona, sem encontrar a saída, o caminho q chegasse ao outro. Confuso isso, né? Nem sem se estou sendo clara, mas é bem assim. Fica aqui dentro, move com uma força enorme, é muito bom de sentir, porém muito aflitivo, pq não consigo tirar do meu corpo, do meu coração, do meu pensamento e lançar no corpo, coração e pensamento do outro, da maneira q eu queria.

A Nay é um desses outros. Sou bem independente neste meio de eventos. Nada de prêmios (aliás, nem sei como esse troço surge), nada de elos, nada de feiras, nada de guia de vendas, nada de rede coletiva. Devagar e sempre. Invisível o quanto consigo e visível (só a quem me interessa, #noivos) o qt consigo tb.  Minha caminhada gira basicamente nos noivos que me indicam e, claro, sem ser ingrata, um ou outro profissional do meio, q esporadicamente me concedem seu aval. Mas, carro-chefe, sobreviver da indicação dos meus noivos. 

Nessa constância, eis q surge uma Nayara em minha vida, com seu Daniel. Ela chegou num pós plantão, abatida de cansaço por tanto trabalhar, me ouviu com paciência, me abraçou e, aí, já era. Éramos uma da outra pra sempre. Eu a amei e tivemos uma caminhada intensa e deliciosa. Foi sensacional. Eu jamais imaginaria o qt eu a consideraria mais sensacional ainda, após o casamento. A Nay me indica sempre. Ok, até então, muitas noivas me indicam. Mas, não como ela. Sua indicação vem com força, carga extra de explicações, de detalhamento, do abraço da causa, pitadas a mais de carinho, entrega de plena confiança. Cada noiva que chega através dela tem o melhor de mim, porque o olhar da Nay carrega o melhor de mim. De um jeito lindo, q me emociona e me enobrece. De um jeito q me faz rezar baixinho e agradecer por ela existir em minha vida. De um jeito q traz sentido a tudo. De um jeito q tempera a vida com muita alegria. Ela se doa, com toda sua gratuidade, cada vez q divulga meu nome. Ela destrincha o q sou e até o q não sou (talvez), mas q o olhar dela me permite. Ela abraça minha causa, sem nenhum benefício em troca. Apenas por fazer o bem ao outro, no caso, a mim. Ela cuida do outro em sua profissão e fora da profissão, talvez como missão da sua natureza, missão de ser boa e de se entregar. Ela me emociona e eu acho q já disse isso, mas vou repetir mais uma vez, ELA ME EMOCIONA. 

Não somos acostumados a isso. Num geral, mega generalíssimo, vivemos o "eu" antes de qq coisa. No meio da multidão de EUS, tem ela. A noiva Nayara, q veio da noiva Flavinha, q veio da noiva Adriana, e por aí segue... cada qual com sua generosidade em me perpetuar. Mas, UMA qual q me perpetua como a advogada mais bem paga por seu cliente, eu diria por analogia. Só q não. Sua perpetuação de minha história é exclusivamente seu bem-querer, seu bem-fazer. Queria apenas q vc coubesse em mim p enxergar o TAMANHO IMENSO da minha gratidão. Vc não existe! Obrigada por me fazer melhor do q sou. Vc é a mais linda desse mundo! Eu te venero, eu te reverencio, eu te enxergo única e incomparável. Sem dúvida, nunca vi uma dedicação tão grande a mim, com tanta isenção de interesses. Obrigada. Desculpe-me não conseguir ir além do obrigada e exigir q ele comporte todo o sentimento em questão. Receba o obrigada com a certeza de ser genuíno e vindo da alma. Muito obrigada.

Fotos: Sandra Mendes














26 de fevereiro de 2018

Manu!

Lá se vão 13 anos. A idade tão esperada. Sei lá porque, ela sempre teve fascínio pelos 13. E, de repente, bem de repente, chegou. Amei cada dia dos últimos 13 anos, pelo simples fato dela ter nascido. Amo ser mãe. Mesmo com td mundo dizendo q não levo jeito p coisa (chato isso, viu!). Pro espaço (sendo gentil, rs!) cada qual com suas teorias doutrinárias. Tanto faz! A gente se ama e se entende. Talvez, a maior graça seja justamente essa. Nosso jeito, nossa alegria, nossas vidas, nossas normas. Com disciplina e responsabilidade, sempre ensinando a ter juízo p escolher. Afinal, só obedece quem tem juízo!

O anjinho q, aos 3 anos, já permanecia como uma estátua cada vez q eu falava ao telefone, pq aquilo era trabalho e trabalho é coisa séria. A criança q compreendeu, na raça, cada ausência da mãe e não se mostra vitimista por isso. A menina do bem, por vocação ou educação, não sei, mas se mostra do bem e isso me faz tão bem. Aquela q chora com comercial e tem fé no ser humano, até demais. Minha moça linda, q precisa explicar sempre q, sim, é minha filha e, sim, somos fisicamente bem diferentes e, sim, é biológica, embora isso não mudasse o rumo do amor. A gente aprendeu a se divertir com isso, após uns constrangimentos tipo eu ser barrada numa escola onde ela estudou pq duvidaram q eu fosse a mãe e não queriam me entregar minha filha na saída. Ou no salão, qd insistiam em chamá-la de filha do coração e eu explicava q não. Muito melhor rir do q alimentar as malícias. Minha preciosidade q a vida destinou como única. Aquela q veio logo, numa história do casal q nunca mais viu outro vir, vá saber o porquê... e ela é tão fofa q enxerga isso como presente, situação q era p ser assim, sem cobrança dos irmãos q não tem. Aliás, outra dádiva - ela sabe como ninguém abraçar os irmãos da vida, sejam primos, amigos ou quem quiser entrar naquele coração, q sempre foi aberto a receber mais um e TODO um, como eu luto  p a adolescência não estragar essa característica. Minha Manu q é carinhosa, q não fala palavrão por escolha própria, q beija qd chega/qd vai embora/e na hora de dormir, q aprende a dar valor ao q tem e a lutar pelo q não tem. Q entendeu q a educação é o caminho. Q as escolhas trazem consequências. Minha neném, q agora não é mais neném, mas prometeu q eu posso considerá-la assim até uns 17 anos, esse é nosso trato, rsrsrs.

Parabéns, minha luz! Q vc permaneça enchendo meus posts, minha vida, meu coração. Obg por dar razão a cada instante. 



18 de fevereiro de 2018

A vez deles!

E o noivo? Claro q participa tb. Outro momento q adouroooo! Se o bouquet já gera guerras e ataques, nem te conto o q a galera masculina faz por um álcool nobre, kkkkkk. Meus noivos, Caio e Sálvio, na duplicidade total!

Fotos: Val + Wander e equipe (Henrique Ribas, Felipe Temponi, Luiza Villarroel)





16 de fevereiro de 2018

Minhas noivas e meus noivos

Qd falo a respeito, tenho ctz de q há quem não entenda mt. Mas, fato é q eles são sensacionais, sim. Pela confiança e carinho depositados, pelo elo estabelecido, por me permitirem estar com eles neste instante da vida, por serem minha subsistência e aí entra um monte de gratidão, sendo a maior delas a possibilidade de educar a minha Manu. Só a educação conduz ao melhor caminho. 

Meus noivos me fascinam. Não bastasse o q representam, ainda trazem belezas e encantos q não me canso de admirar. Desta vez, Simone e Daniel me derrubaram o queixo com o convite aos padrinhos. O bordado vindo das mãos da avó da Si (já morro, só aí), a beleza e delicadeza q se completam com palavras escritas de próprio punho, as digitais formando o coraçãozinho da id visual, a embalagem finalizada com lacinho. Muito capricho, muito zelo em cada passo, elegância q não termina meeesmo. Impossível não amar. "O coração dispara, tropeça qse para"!





15 de fevereiro de 2018

Momento do bouquet

Eu adoro o momento do bouquet. Sempre me divirto. Quando a noiva tb se diverte junto, aí, é sensacional. Ainda vou descobrir porque a solteira q pega o bouquet sai em disparada. É uma coisa louca, meio sem rumo, elas  correm em fuga, em círculos, em busca de um socorro qualquer, sei lá, kkkkk. Tem aquela q pula loucamente, como se, de fato, pegasse um troféu. E elas pulam e levantam o braço, e comemoram, e estendem aquele bouquet como a coisa mais valiosa da vida. Há as brigas tb, não tem como esquecer as brigas. Qd duas agarram e se recusam a soltar a preciosidade em questão. kkkkkkkkk. Adoooooouru! 

Bouquet em dose dupla, com risada mais deliciosa da minha dupla favorita de Anas. 

Fotos: Val + Wander e equipe (Henrique Ribas, Felipe Temponi, Luiza Villarroel)








11 de fevereiro de 2018

Arabela e Rafael

Eles chegaram. Eram quietinhos, observadores. Contidos, educados, de fala mansa. Me traziam calma. Tinham desejos específicos sobre o casamento. Sabiam o q queriam. Eu também sabia o q queria, queria chamá-los de MEUS! Gostei do jeito, da proposta, do temperamento. Amei a paz q me traziam. Este foi o início da sintonia. Um começo q adoro, do casal q chega e fica. A gente entendeu de cara q seria bom. E foi!

Eles abriram meu 2018, um ano q muito esperei por acreditar q trará dias melhores p sempre. Abriram com uma celebração incrível, q nos trouxe alegria, beleza, entusiasmo e nos levou a definir como sensacional. Sim, foi sensacional! No reviver de mais um casamento, a certeza do ineditismo q cada qual carrega. Novos protagonistas, novas páginas escritas de um livro bom. Risadas compartilhadas, pitadas de ansiedade, caminhada de escolhas, detalhes preciosos, o velho e o novo... de novo! Arabela doce, Rafael tb. Vida, ofício, pessoas q me confundem, pq me transformam um pouco em poetisa, por trazerem pura poesia ao meu caminhar.

Impossível não ser grata! Obrigada por iniciarem meu ano de forma muuuuuuito especial. Foi lindo!

Fotos: Dante Borges Fotografia