17 de julho de 2018

Camila e Edson Henrique

No primeiro contato, uma ligação prolongada. Eu não sabia ainda quem ela era. Estava muito confusa sobre tudo do casamento ou queria uma consultoria prévia e desapareceria em seguida? Desliguei o telefone bem desnorteada. Mas, me surpreendi qd ela reapareceu para agendar a visita. Aí, eu a conheci pessoalmente e ahhhhhhhhhhhhh, amei!

Ela chegou c o Edson Henrique. Eram 12 anos de relacionamento. Eles se respeitavam e se entendiam de um jeito leve e divertido. Entendi q se tratava de uma moça muito entusiasmada com o projeto casamento, cuidadosa com cada detalhe, exigente, linda e de bom coração. Bons corações me movem. Transformam tudo, me conquistam de imediato. Não havia mais dúvida alguma, eu queria muito chamá-los de meus. Assim começou nossa caminhada mais q especial.

Camila foi caprichando cada vez mais. Foram muuuuitos diálogos e eu amei. Foram áudios intermináveis e eu amei. Foi uma ansiedade louca e eu amei. Foi uma preocupação q encheu nossas vidas de redundâncias e eu amei. Foram muitas risadas e eu amei. Foi um monte de carinho e eu amei. Foi um respeito absurdo e eu amei. Foi uma proximidade qse diária e eu amei. E amei porque cada vez mais eu sentia q, dentro dessa intensidade toda, havia um coração do tamanho do mundo. Ela levantava nossa bandeira sempre. Ela comemorava junto cada casamento lindo q seus profissionais escolhidos executavam. Ela nos tratou como os melhores e nos fez sentir melhores do q somos. Ela foi muito singular. Ela tinha verdade na alma e trabalhava com essa verdade o tempo todo. Como eu amo pessoas verdadeiras, elas andam raras demais, viraram preciosidades. A filha única dos pais fofos (tenho fascínio por filhas únicas, pq minha Manu vive isso e sempre me sinto cúmplice nesta relação). A mãe tão querida e cautelosa com a fartura (entendi Camila na hora, com sua eterna preocupação quanto a lista. Tantas características... tanto a dizer... 

Minha flor apaixonada-amante por flores. Ela queria flores, flores, muitas flores, um sem fim de flores e assim foi. Teve seu jardim, do jeito q desejou. Trouxe ineditismo num lugar q eu achei q já tinha visto de tudo, mas não. Ainda não tinha visto daquela forma. Ainda não tinha visto com tanto brilho nos olhos como os dela brilharam. Por fim, um noivo abraçando o sonho junto, numa demonstração plena de entrega e concessão. Noivo violeiro q tocou e animou a galera. Noivo q se rendeu às famigeradas pilastras de flores. Noivo q amou como ela amou. Eles saborearam aquele dia como poucos. Pareciam completos e essa completude contaminou a todos. Me fez muuuito feliz. Q nossa intensidade se perpetue! Q nossa verdade permaneça todos os dias das nossas vidas! Gratidão? Essa, sem sombra de dúvida, já está eternizada.

Fotos: André Corrêa (Spiritolibero)



















6 de julho de 2018

Leonardo e Renato

Meus amores! Desde antes de saber quem eram, eu já os queria em minha vida. Daí, veio a oportunidade de conhecê-los e a reunião foi absolutamente deliciosa. Passou a ser missão. O objetivo, inicialmente curricular, se tornou amor à primeira vista. Desde a novidade de um casamento sem noiva, passando ao bom gosto q akl td prometia, chegando ao fascínio por cada um daqueles dois. 

Léo é deuso, olhos incríveis, qse 2m de altura. Uma energia sem fim, sinônimo absoluto de liberdade e do quero minha felicidade, azar o seu se minha conduta o perturba. É fogo e paixão, ligado no 220v, fio desencapado, prestes a um curto-circuito a qualquer hora... toda hora... Ao mesmo tempo, é todo família, tem moringa na cabeceira, faz bolo de cenoura e tem absoluto jeito de paizão q cuida da ninhada, aquela coisa bem sereninha do comercial de margarina ou de filme água com açúcar, q amamos.

Rê é um lord, elegante, viril, charmoso, carrega um ar de sabedoria e sofisticação de detonar corações e desestruturar total. É o freio, a calmaria, a paz, a tranquilidade, o equilíbrio q traz a dose certa, o tempero exato q a vida pede. Certamente, a melhor companhia, a melhor escolha, a decisão certa da vida do Léo. A proteção q amamos, o porto seguro, o abraço q aquece e acalma. 

Ah, esses 2. Ah, esses MEUS 2. Trouxeram alegria extra, emoção além, experiência nova, renovação de energia, novos ares, outros perfumes, muito mais graça. Foi muito bom cada instante e o desejo é q sejam para sempre MEUS. Q tenham a noção do carinho q sinto. Q saibam o qt sou grata por me permitirem entrar em suas vidas e dividir momentos. Eu amei noivo em dose dupla, amei a meia colorida, amei as alianças maravilhosas, amei o topo do bolo e o bolo e o bolinho vulcão da lembrancinha, amei a dança no melhor estilo La La Land, amei os votos, amei qd Rê cantou p o Léo e o Léo q, por sua vez, já tinha mencionado a mesma canção nos próprios votos, eita sintonia mais fofa. Eu amei conhecer as famílias, dizer aos pais o qt eles estavam de parabéns por aqueles filhos tão sensacionais. Eu amei até o frio na barriga, com a ameaça da festa sem flores. Eu amei o amigo q foi com a gravata estampada de flor, porque, sim, teria flor naquela festa, nem q fosse na gravata. Eu amei o entusiasmo de cada um q trabalhava num dia de mais do mesmo, só q não, nada a ver com o mesmo. Foi perfeito e eu poderia me estender sem fim.neste post. Mas, hora de guardar na gaveta do coração, lugarzinho onde tudo permanecerá para sempre.

Fotos: Agência Uai







24 de junho de 2018

Ana Luiza e Renan

Já falei, mas repito. Amo qd a história começa com um irmão e continua com outro. Primeiro a Jussara e o Pedro, agora a Ana Luiza e o Renan. De novo, mais um casamento organizado em 4 meses. Outra vez, tudo delicioso.

Eles são tão lindos, q não me canso de olhar. Não bastasse lindos por fora, por dentro são ainda mais. Minha moça doce, educada e serena. Enquanto a gente enlouquecia, sem saber o q seria daquele evento, em plena semana de greve dos caminhoneiros, a tranquilidade dela me encantava e trazia aprendizado. Se ela estava daquele jeito, meu coração precisava compreender q era hora de desacelerar, pq nada impediria o encanto. Sei lá se essa energia conspirou a favor, mas fato é q deu tudo tão certo, numa perfeição tão sensacional, q qse não acreditei. Foi tanta aflição, e um resultado daquele? Era de cair o queixo. Provavelmente, poucas vezes entendi tão genuinamente o significado de gratidão.

A gratidão merece um parágrafo só dela. Grata por ter sido perfeito, grata pela dose repetida ao lado de tanta gente maravilhosa, grata por ver minha noiva tão linda e plena (meu noivo tb), grata pelo carinho q recebi e concedi. Gratidão por cada reunião, pela simpatia q ia do irmão lá de trás, à mamãe q se fez tão presente nos preparativos e chegava a cada pessoinha daquela celebração (inclusive ao João, nosso mini protagonista favorito). Gratidão por viver um dia de absoluta paz, numa semana de tanto caos, qd dormir significou pesadelos com casamentos o tempo todo. Gratidão por poder sorrir e por sorrirmos juntos. Gratidão pelo presente de vida q essa família representa e o único lamento é não ter mais irmão p casar. O jeito é partirmos p as bodas e p o casamentos dos primos e amigos. Contanto q eu não saia nunca mais dessa história!

Ela é cuidadosa e organizada. Impecável nas escolhas. Decidida. Tem cintura de pilão, barriga negativa e zero necessidade de shortinho com preenchimento, se é q me entendem, natureza generosa, viu! Um sorrisão mais lindo, cabelo tb, 2 covinhas encantadoras. Se é bela de legging e camiseta, de noiva, arrancou um monte de suspiros. Aliás, eita, q se optarem por filhos biológicos, o sorriso vai ser imbatível, q casal de sorriso maravilhoso!!!! Tudo isso, somado a um jeitinho impossível de não se apaixonar. Sim, me apaixonei! Sim, q haja mais e mais oportunidade de repetir a dose. Na próxima, só peço um pouco menos de emoção desse Brasil, varonil. Mas, se a peça for pregada novamente, q haja a sabedoria repetida, como houve com esta noiva tão especial. Obg, eternamente, Ana Luiza e Renan!

Fotos: Le Gras Fotografia
(a quem agradeço o envio das fotos e td gentileza, do início ao fim; vcs foram invisíveis e impecáveis)


















19 de junho de 2018

Narja e Daniel

Esse post deveria ser publicado no dia 7/06/2018. Dia de 10 anos de casados de Narja e Daniel. É, logo eu, sempre pontual, com um atraso desse, rs. Fato é q a semana anterior tinha sido tão turbulenta com a greve dos caminhoneiros, q faltou energia, mesmo com carinho de sobra existindo há anos e anos.

Narja e eu estudamos fono. A gente era da turma da labuta, ela mais q eu, moça q trabalhava q nem gente grande, desde cedo. Na sala, era uma loucura. Só tinha nosso curso no Izabela, o q unia a galera do sobrenome com a galera do suor. Ao longo do curso, a gente se aproximou. E eu sempre gostei dela além da conta. Admirava sua entrega, sua garra da jornada em três turnos. Acompanhei as olheiras se aprofundando com o passar dos meses, a magreza tomar conta do corpo exausto de tanta dedicação, até o fim do ano e as merecidas férias chegarem. Me encantei com sua doçura e educação. Escolhi entrar naquela galerinha do canto da sala, pq ali tinha o espelho onde de me ver refletida. Sim, isso é formação de caráter. Sim, ela me ajudou a construir meu caráter, meus valores, meus passos. 

Confesso q não me lembro exatamente de como começou o namoro com Daniel. Mas, de repente, eles eram um. Tinham sintonia e fofura. Brilho nos olhos. Encanto. Amor. Ele era fofo, do jeito q ela era tb. Naquele tempo de facu, eu jamais imaginava q as curvas da vida me trariam o presente de organizar o casamento deles. Fato é q trouxeram. Curvas q só fizeram crescer ainda mais o vínculo e o carinho. Nem acredito q já faz 10 anos. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. Eles hoje já não são mais dois, viraram três. Ganharam sua linda princesa! E a história continua. Ainda quero organizar as bodas. Para sempre quero chamá-los de meus! Q a saudade e o orgulho se misturem sempre por serem MEUS! #gratidao  #muuuuitagratidao

Fotos: Júlio César Cardoso



5 de junho de 2018

Pausas da vida

O curso da vida segue e, na nossa cabeça, um desenho se faz. Seja o desenho q se quer ou q se teme, fato é q um projeto existe. Quem dera, pudéssemos escolher o rumo. Postergar ou eliminar de vez todas as dores. Planejar o destino. Escolher como e quando. 

Qd se escolhe casar, abraça-se um sonho. Há uma escolha do q deve ser e, qse sempre, tudo corre bem naquele planejamento. Até o destino pregar suas peças q, nem sempre, são divertidas. Pelo contrário, às vezes dói e dói fundo. Vem o medo, a incerteza. Pode haver lágrimas. Pode ser temporário. Pode ser para sempre. Quem sabe, afinal, o dia de amanhã? Eu odeio ver noiva sofrer. Queria q tudo se resumisse à alegria q é configurar o sonhado big day. Tão bom seria, se houvesse um botão de pausa para os problemas da vida, aqueles inesperados, contra os quais não temos armas de combate. Tão bom seria se pudéssemos nos blindar temporariamente, escolher apenas sorrir e ser feliz, sentimentos q, de verdade, combinam com casamento. Não, a vida real não é assim... 

Lidar com tanta alegria, me faz mal acostumada. Sempre, um monte de gente feliz, um monte de sorrisos, um monte do melhor astral. Muitas vezes, tudo parece tão perfeito e intocável. Até q vem uma noiva, sofre um estrondo e as palavras te faltam para confortar. Queria tanto dizer a coisa certa, na hora certa. Levar conforto ao coração desconsolado. Enviar coragem, qd o medo berra dentro do peito. Força, minha noiva! Tenha fé! Seja bom ou ruim, todo momento vai passar. Q o amor dê significado ao instante. Q venha o dia de amanhã, se Deus quiser, trazendo "dias melhores p sempre", expressão q amo e q é canção. Canção q também pede e eu peço junto: "dias de paz, dias a mais". Estou rezando!



3 de junho de 2018

Luíza e Paulo

Tenho adiado esse post. Mais uma vez, a vontade de prolongar o instante. Sinto q preciso de mais Lu(s) na minha vida. A doçura que me encanta, a serenidade, a gentileza. Ela foi meu primeiro presente para 2018. Chegou láááá em 2016 e cuidou de tudo com uma organização impecável. Trouxe a certeza de belezas sem fim em cada escolha. Senti fascínio em viver aklo tudo e quase enlouqueci com um ponto fora da curva, embora até ele próprio fosse garantia de q belo seria. Por ela, o custo valeria - haja saúde, kkkk.

Minha noiva da fala mansa e das covinhas mais fofas, ornando o sorriso. Minha noiva da pontualidade britânica. Minha noiva da mãe carinhosa e presente, mãe q tanto participou e ajudou em cada escolha. Minha noiva q parecia princesinha ou bonequinha de luxo. Minha noiva sempre polida, elegante e, até na ansiedade, ponderada e comedida, eita q quero ser assim qd crescer! A Lu do seu Paulinho, q tão complementar a ela demonstra ser. Pessoas q me trazem paz. Q conduzem com leveza, mesmo um momento denso e conturbado como os preparativos de um casamento, UM MEGA CASAMENTO. 

Das histórias vividas, são tantas marcas. Adoro qd relembro desejando voltar o tempo. Voltar no dia q a conheci, no dia de cada ok do check list, no dia do ensaio, no dia de cada encontro, no dia D. Páginas de um livro bom! Mais uma história de gratidão. Obg, Lu e Paulinho, obg Márcia (te espero nas bodas, para começarmos td de novo, rs!!!). 

Fotos: Ana Junqueira







21 de maio de 2018

Simone e Daniel

Quando ela chegou, seu jeitinho me encantou. Linda, super estilosa, proposta de um casamento q daria trabalho e seria uma "brincadeirinha" onerosa, porém encantadora. Pode parecer q não, mas casamento em residência sai bem carinho, mais do q os noivos imaginam. Só q era impossível não se apaixonar. Pelo contexto e, especialmente, por ela. E, se eu escolhi ter no coração, q fique claro, É P SEMPRE! Retirar dali, é atitude q não permito. Amo me recordar de cada noiva e sentir carinho. Pensar na pessoa e ter vontade de sorrir. Afinal, se for sem sorriso, melhor não ser.

Interessante alguém q segue um caminho diferente do seu, em alguns quesitos e, ao mesmo tempo, idêntico ao q vc faria, se fosse seu próprio casamento. Lição de q, seja como for, cerimonial não significa certeza de ser ouvido. Por mais q a receita do bolo seja antiga, quem decide se terá mais açúcar, mais fermento, mais farinha, é o chef q cozinha. A tênue linha entre saber quando e quanto devemos insistir num ponto. Aprendi q reforçar as razões é fundamental. A noiva pergunta "por que" e o cerimonial tem, por obrigação, q relacionar o máximo de "porques" possíveis. Assim mesmo: o POR QUE da noiva, separado e sem acento, no início da frase, questionando, levantando a dúvida sobre o fato. Ou, mesmo q esse POR QUE não surja, q haja um cerimonial, por trás, competente o suficiente para explanar seus PORQUES: juntos e sem acento, explicativos, esclarecedores. Se pudesse voltar no tempo, única atitude diferente seria formalizar mais cada porque q estava em minha cabeça. Somente! Repito, uma vez a porta do meu coração aberta e vc entrou? É p sempre!

Era lindo o olhar dela p ele. Olhar de quem se sente encantada. Olhar admirado. A história dos dois, q sensacional! O namoro aos 18 anos de idade, q durou 2 anos e 1/2. A separação. E a retomada, 6 anos depois, hora q a lapidação e certeza da preciosidade do sentimento carregavam o desejo do SIM de um para o outro. O sim de um reencontro maduro, assertivo, escolhido, consentido e "para sempre, até q a morte os separe". Ele, aparentemente tão tímido, se mostrou um noivo cheio de personalidade e divertido. Explicação daquele olhar q ele ganhava a cada instante e q me fez ver amor apaixonado naquela relação. Amo o amor apaixonado. Q ferve, q pulsa, q aquece, q move e dá sentido. Sim, foi grande o aprendizado. Sim, a beleza prevaleceu. Sim, as memórias merecem ser as melhores e mais lindas! Obrigada, Simone e Daniel. Eu os elegi no meu coração e está definido q (repito) será para sempre. 

Fotos: Welton Fotos