13 de janeiro de 2018


Sobre BVs (bônus/bonificações de vendas), comissões

Cresce um discurso perigoso. De q, se o cerimonial vende o serviço do outro, é justo q ele receba por isso. PARA TUDO! Uma premissa do cerimonial é ASSESSORAR (por isso q não deveria existir cerimonial para o mês ou dia, cerimonial é cerimonial o tempo todo, assunto p outra postagem). Assessoria é ajuda, a ajuda necessária e ofertada aos noivos. Nosso foco são os noivos, tem q ser. Mesmo q o cerimonial só indique bons profissionais, ainda assim, ele TEM q ser isento. Vamos pensar juntos:

A e B são profissionais extremamente qualificados. Ambos atendem à festa com propriedade e será um sucesso. Ambos pagam comissão a um cerimonial de quinta q se vende e se sustenta somente com o amuleto da bonificação (desculpem, não resisti à ironia, enfim, voltemos). Se A custa menos q B, o cerimonial receberá maior comissão se incentivar seus noivos a fecharem com B. O q vc acha q vai acontecer? Somos humanos, nossa impessoalidade acaba no instante em q nosso benefício próprio entra em jogo. 

É muito mais q mero moralismo. É agir no fundamentalismo da profissão.  

5 de janeiro de 2018

Fernanda e Alisson

Meu casal do Carnaval. Só quem me conhece sabe o valor disso, tamanho pavor eu tenho do ócio carnavalesco. E eles vieram, trazendo entusiasmo e minha ocupação preferida no meu sábado de Carnaval. O planejamento estava no inicinho, apenas algumas ideias, mas um carinho q já dava p ver q tornaria tudo especial. Do jeito q foi!

Adoro sintonia. Adoro qd os dois abraçam a causa com a mesma empolgação. Os dois são muito complementares, tipo colarzinho de coração pela metade, sabe, qd cada um usa uma metade e elas se completam? Assim! A analogia foi meio breguete, mas tenho certeza do tanto q deu p compreender. Queridos, apaixonados, educados, criteriosos, carinhosos, monte de palavrinhas fofas os definem. Enfeitaram, aliás abriram, meu outubro, eleito o meu mês favorito de 2017. Foi um abre-alas (por falar em Carnaval) lindo e muuuuito delicioso, diga-se. Não me esquecerei da dança com as amigas, surpreendendo noivo e convidados. Arraso absoluto! Ela fez lindo e ele, de fato, achou lindo, eu amo esses dois! Minha noiva q parecia boneca vestida de noiva. E a magreza, gente! Eita, não basta esse par de olhos claros, não? Ainda megrela e com um noivo (marido, agora) q elogia e faz olhar de apaixonado a td instante, eu hein! Condição nenhuma c esses dois. Contaminam total, alimentam, alegram. Saí numa felicidade só, cada vez q me encontrei c eles, impossível explicar.

A Nanda, fofa, q elogiava gratuitamente e, vez ou outra, aparecia outra noiva minha comentando: "-Oh, noiva Fernanda falou bem de vc no grupo!". Minha mais preciosa indicação, minha noiva q dissemina meu nome, mundo casamentício afora! Presente inusitado, q chegou de uma maneira engraçada. A amiga indicou, mas a amiga tb era noiva e se casaria menos de dois meses antes e eu não era a cerimonialista da amiga. Heeeeein? Pois é! Olha q privilégio realmente doidaço. Só posso entender como um encontro necessário. Por alguma razão do destino, esse nosso encontro precisava acontecer, trazendo sua energia, suas lições, suas risadas, seu afeto, seus instantes felizes a compartilhar. Eu precisava da luz q eles exalam, FATO! Eu agradeço ter recebido tão intensamente a luz de vcs! Adorei cada instante da caminhada, adoro o carinho q ficou, adoro cada vez q os vejo na Mário Werneck e relembro toda magia do NOSSO big day. Orgulho sem fim de chamar de NOSSO big day! Ó, já temos um novo acordo, viu: q venham as bodas!!!!!!!!!!!! Obg por serem meus!

Fotos: Samuel Gê Fotografias

























2 de janeiro de 2018

Rina e Léo

Eu conheci a Rina numa manhã de sexta-feira, dia 17/03/2017. Bizarro dar notícia com tanta precisão. Mas, num ano de pouca expectativa, "um dia feliz, às vezes, é muito raro" e eu me recordo deste dia como realmente feliz e raro. Um pouco confuso, explico logo, mas vamos por partes. Acordei, conhecendo a Rina. Moça doce, educada, alta, elegante, decidida, q mudou sua opinião sobre cerimonial (ela qse delegou o cerimonial a um pacotão de serviços do tipo tem-tudo, mas mudou de ideia a tempo de termos uma caminhada mega delícia) e me trouxe uma convivência apaixonante. Naquele instante, meu único ponto a lamentar foi não tê-la conhecido antes. Daríamos uma dupla ainda mais perfeita, com a oportunidade de ter aquele casamento desde a estaca zero. Não era marco zero, mas era O NOSSO marco zero e faríamos ser lindo  A QUALQUER CUSTO.

O dia continua e meu carro "dá um pau" q qse funde o motor. Eita, q eu não deixaria estragar aquele 17/03. Bora trabalhar de Lilly (Kombosa q a família ama!), o q tb trouxe ineditismo e diversão - era o jeito, dps do transtorno e preju c o carro. Ainda tinha uma festa surpresa a organizar naquela mesma data, dia em q um marido incrível (Alexandre, ex noivo e sempre Fabricar) presenteava a esposa (Débora) com ninguém menos q Claude Troigross cozinhando, numa festa íntima de 30 convidados (uau, como esquecer o dia?). Por fim, ainda havia casório no dia 18. Gente, quer fim de semana melhor q esse? Fazendo loucura da minha vida, do jeito q amo e desejo em tempo integral. Como me faltou essa loucura toda nos últimos 3 anos. Será q um dia volta, gente? Já nem sei...

Fato é q esse foi apenas o começo de tudo. Início de escolhas, áudios, dúvidas, afeto (muito afeto), admiração (especialmente pela calma da pessoa, eu a mil e Rina desaceleraaaaaada, sossego em pessoa, numa mineirice total). Ela dizia: "-Mas, só não falta isso, isso, isso e aquilo outro?". E eu respondia: "-Sim, só esse zilhão de itens num prazo q mal existe, tão no fim q já está, kkkkkkkk!". Ela me dando aulas da sabedoria da serenidade, rsrsrs. Rotina linda de reinício de histórias e pessoas q preenchem meus dias, como presentes preciosos, uma trajetória cíclica de sempre ver carinho entrar e tomar conta de mim, ahhh, eu amo! A Rina, do nome diferente, q trazia o João, q filho sensacional, porta-alianças mais querido da vida (parabéns, minha noiva, por educá-lo tão bem) e o Léo, noivo q conheci depois, especialmente depois de ouvir o nome, sempre com carga extra de afeto, cada vez q Rina citava.

Muito bom, sentir q a pessoa se tornou inesquecível desde o primeiro dia. Muito bom fazer parte de um dos dias mais especiais da vida dela eita, como foi! Valeu a pena conseguir a sessão de fotos de um jeito raro e único (só ela entenderá, rs) e valeu ainda mais tomar cada "patada", diria até mesmo "coice" (só ela entenderá de novo, kkkkkkkk). Por vc, vale tudo, minha noiva querida! Obg por ser inesquecível e por me proporcionar um momento raro! Quero mais dias felizes assim! Q venham muuuuitos!!!!

Fotos: Alexandre Namour







30 de dezembro de 2017


Feliz 2018!

Eu não costumo ter dificuldades com as palavras. Mas, sei lá o q ocorre, me sinto silenciada. Talvez, seja um momento introspectivo, dedicado mais ao sentir do q ao exprimir. Ainda assim, sinto um desassossego, qse me exigindo dar boas vindas a esse novo ciclo. Sigo meu coração, então...

2018, ah senhor 2018, me faça um favor...
Q venha pleno e sereno! 
Q seja superação e diversão! 
Q a crise se finalize! 
Q o tormento vire alento!
Menos dor, muito mais amor!
Menos receio, mais eu creio!
Menos cansaço, muito mais abraço!
Mais saúde e plenitude!
Menos panela, mais é ela!
Nada de maldade, um monte a mais de verdade!
Menos mal querer, mais bem dizer!
Menos não, mais eu te dou a mão!
Zero asneira, bem diferente de brincadeira!
Se houver grosseria, apenas ria!
Q haja muita fé e um tanto bom de café!
Q no final, eu possa dizer q foi sensacional! 

Obrigada à minha família, especialmente aos meus amores Nunu e Alex, por entenderem meu excesso em Fabricar! Obrigada aos meus noivos por condicionarem meu excesso em Fabricar! 

21 de dezembro de 2017

Poliana e Marcos

Eu gostei, assim q a vi. Não sei qual a trajetória na busca aos cerimoniais, mas creio q nos encontramos rapidamente. Tudo dela era meio rápido, sem firulas. Ele, eu conheci depois. Gostei igual.

A história parecia cinema. O amor de Carnaval q virou casamento. A moça q vai para balada e o moço tb. Fora das cidades onde moram. Eles se encontram, se apaixonam e o filme termina qd se casam e partem para o felizes para sempre. Simples assim, não fosse o fato de se tratar da vida real. Q me faz questionar: COMO ASSIM? Sim, assim!!! Simples desse jeito! E eu, no privilégio de ver td de perto, de me encantar, de acreditar nas tantas vezes q meu coração bateu forte ao assistir às comédias românticas, comendo pipoca no cinema. Sim, a vida pode te trazer príncipes e princesas em forma de noivas e noivos. Eita, q eu amo o q faço e nem preciso explicar muito além.

Engraçado, tão perto e tão longe. Uma história dessa, só tinha visto de longe. Daí, ela, q parece tão gente como a gente, mostrando q, sim, acontece na vida real. Ele tb, embora só o fato de ser filho de um pai trigêmeo e o fato de tocar axé no piano já o diferencie de meros mortais, rsrsrs. Ela? Oncologista, meu Deus, q ser escolhe isso p vida? Só pode ser especial e um pouco maluca p ter tt força (emojis de espanto, fazendo oh e com mãozinhas no rosto, por fv!!!!). Brincadeiras de lado, eu me apaixonei! 

Amo a Poli pq ela confiou em mim. Pq ela carrega uma ansiedade e uma necessidade de perfeição q são meu próprio espelho. Pq ela é generosa e me concedeu a famosa "olhadinha", de graça, sem q eu solicitasse, partindo dela mesma, por pura vocação em ajudar o outro (quem conhece médico sabe o qt eles detestam a olhadinha fora do consultório). Pq ela me disse FIQUE TRANQUILA Q VAI PASSAR, qd eu mais precisava ouvir, no maior pavor do rotavírus não ir embora a tempo d'eu estar no casamento... DELA. Justo no dela! Mas ela me acalmava e dizia o q eu precisava ouvir naquele instante. Amo pq se entregou e viveu esse casamento com um amor inquestionável. Pq tratou o casório da coleguinha (qq coleguinha, tds as noivas q conheceu) com o respeito idêntico ao dispensado ao seu próprio, mesmo qd a coleguinha tinha um fornecedor visivelmente diferente do seu, afinal é isso aí, casamento é casamento e merece o melhor olhar de dignidade e isso é lindo. Nada do MEU É MELHOR Q O SEU (lição p mim, já q, sorry, eu tenho, sim, OS MELHORES NOIVOS DO MUNDO!!!!). Ela é linda e me trouxe um apego q faz doer o coração ao escrever, já q escrever encerra uma etapa e, definitivamente, eu me recuso em aceitar q acabe.

Eu amo o Marcos tb, pq apoiou as escolhas da Poli e nessas escolhas, cá estou e lá estive, fazendo parte do time. Eu amo o Marcos pq ele olhou p ela, com cara de encanto, logo q ela entrou na igreja e disse " -COMO VC ESTÁ LINDA!", mas disse de forma diferente, disse de um jeito q vinha do fundo da alma. Eu amo os dois, pq são cúmplices nas atitudes, pq se equilibram e emanam amor, sempre q se olham. Eu amo os dois, pq carregam um pouco de nerds e sou ALUCINADA por nerds!!!! Eu amo os dois, pq um entra no jogo do outro e se divertem juntos - isso é fundamental para alimentar o amor. Eu amo pq foram meu presente de encerramento do ano, meu presente de aniversário, de Natal, de td q dezembro me remete. Em  mais um ano difícil de ser brasileiro, o alívio de ser cerimonialista e ter os noivos q tenho. Vcs não imaginam a importância q têm em minha vida.

É preciso finalizar e faço isso forçadamente pq, repito, não quero encerrar. Obrigada, Poli e Marcos! Obrigada até mesmo por me ensinarem a calar. Vcs bem sabem q estou gritando por dentro, @!!*#/??+!, ah, q vontade de gritar p fora. Esse trem de coração é coisa muito séria. Noivos, qd entram nele, viram parte de mim mesma. Não mexam com meus noivos, POR FV!!! Vocês entraram no meu coração e ak estarão p sempre. Obg por me permitirem amar um pouco mais.

Fotos: Alexandre + Cristina Lima











15 de dezembro de 2017

Priscilla e Robson

Ah, Pri, minha noiva de sorriso presente e calma constante. Lindeza! Minha noiva de sexta-feira. Faz tempo q não digo, mas AMO as noivas de sexta, por serem mais raras em comparação às de sábados - acabam se tornando preciosas e exclusivas. A noiva q me pagou antes de assinar contrato. Só o sinal? Não. Tudo, á vista, qse um ano antes do casamento, vê se pode, kkkk - logo eu, q não gosto de pgto à vista. Q confiou pq é assim, confia nas pessoas e a amiga indicou tão bem, pronto, decisão tomada. Afinal, pra q sofrer? Comprar problema, se existe solução à venda? Como eu queria ser assim. De boas, totalmente de boas. Daí, conheço o Robson. De boas tanto quanto. Os dois me arrancavam risadas com seu jeito leve. Como seria o mundo, se houvesse mais pessoas leves? Nem imagino. 

Pri preencheu espaço no coração, mesmo sendo quietinha. Cada vez mais a certeza de que a intensidade realmente não tem a ver com a frequência. Tem a ver com as sensações do que vivemos juntos. O afeto se mostrou tão grande. Cada minuto foi especial. Cada reunião teve um astral  lá no topo. Cada áudio trouxe palavras doces e tranquilidade. O big day? Ah, o big day SENSACIONAAAAL! Tão sensacional q acabou e a gente nem viu. Fez doer a alma, qd ainda parecia o começo, mas a noite já tinha virado. Confesso q ainda não me conformo c a hora extra q não tivemos. Mas, daí é outro post, p dizer q o mercado tá louco e até profissional recusando fazer hora extra tem aparecido, eita povo doido. E, acreditem, nem isso abalou esse casal, só sendo mega "de boas" mesmo. 

E o mês? Ah, outubro q tanto amei, volte, outubro. Será q posso fazer um pedido a 2018? Q me encha de Priscillas e Robsons! Q seja um ano doce e leve como este meu casal do coração! Q traga alegria e me divirta muuuuito com minha atividade favorita - Fabricar, "sempre e tanto/ que mesmo em face do maior encanto/ dele se encante mais meu pensamento/ quero vivê-lo em cada vão momento".

Foto: Fernando Trancoso



12 de dezembro de 2017

Sei de mais nada


Tem hora q acho mesmo q estou maluca. No começo de carreira, a melhor opção q eu tinha era atender em domicílio. Nada de escritório, tinha condição p aquilo, não. No dia q montei e pude arcar c as despesas de um, me lembro, como se fosse hoje, a alegria q senti. Eu amei aquele momento! Me senti em plena progressão profissional e, mesmo com custos novos, aquilo foi uma aquisição inexplicável. Um lugar para receber meus noivos, um cantinho preparado e disponibilizado só para eles, sinal de cuidado, dedicação, novas possibilidades, um novo paradigma.

Tempo vai, chega a crise. Vejo um monte de outros profissionais fecharem suas portas. Vendem a ideia da evolução dos tempos e não necessidade de um escritório. Enquanto, na real, qq inteligência mediana sabe q os custos pesaram e a situação nivelou tudo por baixo. Cortar custos é a palavra da vez! Mas pregam outras definições, qse é denegrido aquele q mantém suas salas profissionais. Atendem in loco ou em home office, eita q até nomes bonitos criaram. Não vejo problema nisso. Se preciso for, fecho minhas portas, retrocedo a 2005 e volto a atender em domicílio, q posso chamar diferente! P mim, tem nada de in loco, é Ô, LOUCO!, mas... Enfim, só queria entender é pq não pode ser às claras. Pois, se eu caminhar p isso, saibam q eu vou sofrer, sim, e muito. Vou sentir a dor da perda, vou chorar, vou lamentar o regresso. Será necessidade, não opção. 

Por q será q a vdd tem q ser camuflada? Noivos enganados o tempo todo. Q chato isso! Q luta enjoada. Se estou errada em tudo q eu disse? Pode ser. Sou dona da vdd, não. Tem q ter argumento muito convincente p me provar. Mas, como a sensação é de eterno SEI DE MAIS NADA, melhor calar e sorrir p o monte de baboseira q se vende. Fica a eterna interrogação do TÔ DOIDA? OU A VERDADE PESA TANTO Q PRECISA DE VERSÕES PARALELAS P SUPORTAR?   




  

9 de dezembro de 2017

Juliana e Rafael

Depois de anos e anos escrevendo no bloguito, tem hora que fica cansativa a redundância. Mas, o q fazer qd a sensação é de q se tem os melhores noivos do mundo? Será q todo cerimonial pensa assim? Sei não. Sei q trabalhar com o q se gosta faz toda diferença. Fono de formação, sei bem como era ruim estar naquele mundo, me sentindo um ET. Até pisar num casamento como freela e ver meus olhos brilharem, na certeza de q aquele seria meu mundo até morrer, se Deus quisesse e há de querer.

Estranho o q ocorre com algumas datas. A data da Ju e do Rafael foi assim. Enviei um zilhão de propostas por e-mail. Apresentei algumas pessoalmente. Qd a data estava prestes a fechar, vieram a Ju e o Rafael. Como não trabalho com reserva de data, sem assinatura de contrato, marcamos uma reunião. Eu amei aqueles dois no instante em q os vi. Penso q só pode ser coisa do destino. A data tão rodeada permaneceu livre, aguardando por eles. A moça doce, de voz linda e áudios q amei ouvir, q me fizeram pensar - ah, como eu queria falar como ela, q voz tão limpa, forte, imponente! O Rafael, tão quieto na reunião, q surpreendeu no big day, subindo ao palco e dando um show de apresentação. Aqueles dois precisavam me presentear com seu casamento.

Do casal fácil, as melhores lembranças, meu maior carinho. Minha Ju, q assumiu boa parte dos preparativos com sua dedicação criteriosa e me fez admirar sua capacidade de tomar para si a responsabilidade sobre a organização maluca  e infinita q uma celebração de casamento exige. Ela deu seus passos e brilhou no cuidado. Tornou fácil detalhes q pareciam difíceis. Quando alguma dificuldade aparecia no big day, eu parava um pouquinho e pensava nela, q tornou fácil o difícil. Tudo ficava instantaneamente leve. Sempre fico feliz com a oportunidade de aprender e a Ju me trouxe um belo aprendizado. Eu só tenho a agradecer e guardar no coração. Obrigada por fazerem parte do time dos melhores noivos do mundo! 

Fotos: Sérgio Sambuc