18 de novembro de 2019

Viviane e Leandro
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Vivi... ah, a Vivi... que grande aprendizado, que lição de vida mais linda. História comovente tem sempre um valor especial. A da Vivi me ensinou um monte. A menina que se tornou órfã tão cedo. Tinha tudo pra ser a vítima revoltada que deu errado porque a vida foi dura demais e os sentimentos a levaram a ser nada. Mas, ela escolheu ser tudo. Nasceu pra isso, sua vocação era do bem. Seria fruto de tudo que recebeu até os 7 anos, quando deu adeus aos seus pais? Acho que sim. Amor de pai e mãe ensinam cedo o que é pra vida toda. As diretrizes do caminho a percorrer. A possibilidade de compartilhar o amor que recebeu. Junto a isso, um DNA que veio pra iluminar. Ser do bem. Fazer o bem.
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Ela nunca usou sua história como referência. Se quem me trouxe esse presente precioso chamado Vivi não me contasse, eu não saberia nunca (obrigada a vcs que me conduziram a essa noiva mais que especial - não sei se posso contar de onde ela veio ou se vai rolar ciúme no meio, depois peço autorização e volto para dar nome aos bois). Puxei assunto e ouvi suas palavras carregadas de emoção, porém com carga leve, doce, cheia de amor. A gente não sabe o que rola depois da vida por ak. Seja como for, que orgulho teriam esses pais de saber que essa moça se tornou o exemplo que é. Muito carinhosa, generosa, sensível, profissional de referência, namorada (do Jesus) de uma década, aquela que se entrega aos sonhos e rodou o mundo por um ano, realizando o desejo da juventude de tantos de nós que queremos, mas não temos coragem. A Vivi que se doa e se entrega. Que procura ponderar e compreender, mesmo quando a gente percebe que o coração dela tá ressentido. A moça que parece sempre equilibrada e serena. A referência de sabedoria. A personificação de amar e do amor. E vou falar que conheci pouco nosso Leandro (vulgo Jesus). Mas, te contar uma coisa? Ele me pareceu topzeira demais. Tô fã desses dois. Incondicional.
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Neste ano tão especial (tô em pleno amor com 2019, confesso), num dia muito especial (aniversário da minha avó), num contexto de mega bom gosto, tão natural dela, mais esse capítulo Fabricado. Razão do meu orgulho gigantesco. Gratidão profissional e pessoal. Tenho fascínio por pessoas de sucesso. Especialmente quando o maior mérito é o sucesso moral. Ganhei um casal incrível, ganhei uma história inspiradora, ganhei carinho, ganhei a confiança dela e ganhei fofurices, dentre elas, uma que virou meu amuleto de boa sorte. Em cada evento, desde aquele 28 de setembro, carrego minha pulseirinha e penso em todo simbolismo que ela me traz. Obrigada, Vivi, pela sorte. Especialmente a sorte que tive ao te conhecer. 
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Fotos: Dois Cliques