17 de junho de 2019

Maria Letícia e Henrique
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Minha noiva da velocidade. Tudo dela é assim. Pra ontem. Zero sofrimento para decidir. O sofrimento começa é quando o outro não a acompanha no mesmo ritmo acelerado, rsrsrs. E eu entendo perfeitamente, pq tb sou apaixonada por rapidez. Ela mal começou a organizar os preparativos, logo estava finalizando Daquelas que poderiam facilmente organizar td em um mês e daria certo. Ainda bem que não foi tão depressa e pudemos conviver um pouco mais de um jeito bom e estreito.
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Olho p trás e me sinto cada vez mais privilegiada por ter minhas noivas. Vejo quantas vezes eu as elogio. O tanto q, como no caso da Maria Letícia, eu posso reescrever as mesmas palavras - zelo, bom gosto, cuidado, respeito, carinho, entrega. Ela é assim, a representação de tudo isso. Conviver com essas características nos traz um dia a dia qse mal-acostumado. E um desejo enorme de que sejam um pouco de nós refletidos, afinal, o que levaria a vida a nos aproximar desta forma? Sintonia! Andar e pensar na mesma frequência. Sensibilidade. Atratividade. Amor!
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A Lê é mãe de gatinhos fofos. E um pouco mãezona de um monte de crianças de quem cuida no dia a dia. Se deixar, ela vira mãe de todo mundo, do Henrique, dos pais, dos amigos. De todo mundo. A mãe q protege e presenteia. Que dá bronca e depois corre para abraçar, pq o coração não aguenta. Que, mesmo com os braços fortes do Henrique, ela vira fortaleza ainda maior, se o assunto é cuidar de seus amores e das suas causas. A Lê q olha o outro e se coloca no lugar dele com frequência, acho q a gente anda bem carente disso... 
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Difícil missão, eu criei, ao me dispor a falar de cada casal. O coração sempre comporta uma gaveta a mais, para guardar novos amores. Mas, o vocabulário é limitado. Impossível não repetir o que digo. Palavras ditas uma vez, outra vez, outras tantas vezes, na realidade. Às vezes, penso em desistir, porque quero expressar mais do que consigo. Daí, volto atrás e permaneço tentando abrir meu coração. Qual o problema em repetir mil vezes, quando se trata da voz do coração? Coração pode ser até cafona, q ainda assim é fofo, se fala com verdade. Obrigada por ser uma realidade linda e genuína, Maria Letícia e Henrique. Obrigada por me concederem o melhor vocabulário, ainda que seja o mesmo lido ou dito antes. Repetir encanto é a maior delícia trazida por vcs, meus casais. Obrigada meeesmo!
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Fotos: Alexandre + Cristina Lima










10 de junho de 2019

Ana Beatriz e Bruno
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Nossa pequena grande Bia! A moça da organização e exatidão. A noiva que cuidava com zelo absoluto. Criteriosa e detalhista. Diz a lenda que ela é brava. Não conheci esse lado. Pelo contrário, eu acho ela um amorzinho. Doce, suave, educada, elegante, sofisticada, carinhosa. Com ela, revi meu conceito de exigente. Se ela faz a própria parte numa precisão absurda, por que o outro se vê no direito de fazer diferente ao lidar com ela? Tão simples! Ela sempre quis apenas o que lhe foi prometido. Não mais. Não menos. Seria isso característica do exigente? Ou seria exigente um termo menos pejorativo e muito mais admirável do que costumam lhe aplicar em definição? Sei lá. Exigente q me vejo tb, sei mesmo é q a gente se entendeu mega bem. Se me comprovassem que outras vidas existem, sei que fomos irmãs ou melhores amigas em algum passado qualquer.
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Bia, a pequena-linda-grandiosa, chegou com o Bruno, grande e lindo tb. Sintonia de anos e, sei lá, até curto demais os casais em suas fases iniciais, de plena paixão, mas adoro quem chega com mais de uma década junto. Tem um crescimento ali que me encanta, uma afinidade, uma sabedoria em lidar. Há uma relação de equilíbrio, de um suavizar o que vai afligir o outro, uma coisa de calor construído e isso é lindo. É, de fato, a construção do amor! O casamento vem como selo, o carimbo final com os dizeres, SIM, QUEREMOS ESTAR JUNTOS PARA SEMPRE. Eu amo o amor. Eu amo histórias de amor. Eu amo adolescente que cresce e vira adulto, ainda se amando, que fica velhinho junto e ainda passeia de mão dada ao fim da vida, com leveza e sorriso na cara. Espero que Bia e Bruno sejam assim e a gente se encontre nas bodas. 
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Tá virando clichê  meu e desejo muito que permaneça assim. As famílias que surgem em minha vida para permanecerem eternamente. A Bia, irmã do Diego e cunhada da Dani/ a Dani, irmã da Pri e da Jana/ a Dani, a Pri e a Jana, primas da Manu, da Rafa e da Bela/ a Bia, amiga da Si e o Bruno, amigo da outra Si tb. Famílias de sangue e de afeto que me concedem o presente de cuidar de suas celebrações, momentos tão singulares de suas vidas. Eu, pluralizada, no seus singulares. Isso é lindo e só eu sei que tanto. Isso me alimenta e me faz mais feliz q ontem, desejando que ainda esteja menos feliz que amanhã. Isso me alimenta e me incentiva a responder wpp até de madrugada, sim já sei que ganhei essa fama, kkkk, e bora responder dia e noite se isso faz bem a quem me faz bem, se isso faz bem a quem me faz melhor...
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Obrigada, Bia e Bruno. Obrigada, família toda e amigos que tanto me aquecem o coração. Podem me dizer quando é a próxima? Não vejo a hora de mais uma comemoração! Bruno, bora casar a sister? Bia, a cunhada é meu projeto da vez, hein! Q venham muitas, inúmeras oportunidades de reencontros. Obrigada outra vez. E outra. E outra. Ah, deixa pra lá. Nunca vou conseguir agradecer o suficiente mesmo... rs! Desejo um até breve, mais breve do que a gente imagina. Obrigada de novo. Melhor finalizar por ak, né? Tô chata, Obrigada (foi a última, prometo). Obrigada (só mais umazinha).
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Fotos: I Photo Studio