29 de outubro de 2010

Ana e Léo

Para mim, uma das coisas mais bonitas da vida são as inclusões, as aceitações do diverso e o predomínio do amor antes de tudo. Quando vejo um casamento com misturas religiosas e culturais, acho simplesmente, lindo. No caso da Ana e do Léo foi assim. Ela é judia. Ele não. Portanto, nem padre nem rabino, nem igreja nem sinagoga. Celebração feita no local da recepção com palavras do Marcel, primo da noiva. Dom da palavra é outro detalhe que me encanta e Marcel domina o assunto com nobreza.

Léo adotou a tradição da quebra das taças. Ato que lembra a destruição do Templo em Jerusalém, mas que reforça a necessidade da reconstrução do templo. Podemos levar a analogia para o lar do casal. Lar a ser construído e reconstruído a cada dia, com temperos e pitadas constantes de amor, cumplicidade, companheirismo, amizade,carinho... Perdoem-me os judeus se minha interpretação estiver equivocada, mas foi o que compreendi e absorvi para mim, para o meu sempre, para os meus sempre amores Alex e Manu.

Na recepção, claro, não poderia faltar a dança das cadeiras. Dançar é o reflexo da alegria sentida no momento. Com certeza, um casamento para sempre em minha memória e em meu coração!
Fotos: Gladis Olivier

















2 comentários:

dona perfeitinha disse...

Oi, Re,
O blog completando um ano, seus textos cada vez mais lindos, parabéns. Deve ter sido lindo esse casamento da Ana de do Léo, me encantei com suas palavras, mais uma vez.

Beijos,
Talita.

AMK disse...

Ei, Rejane!

Obrigada pelas lindas palavras, fiquei até emocionada.

Beijos,

Ana.